AVALIAÇÃO DOS INDICADORES SAÚDE MENTAL EM MULHERES TRABALHADORAS DO SEXO

Autores

  • Ana Rosa Ribeiro Elias anarosarelias@gmail.com
  • Marcelle Aparecida de Barros Junqueira marcebarros@yahoo.com.br

DOI:

10.24281/rremecs.2020.10.02a03.CIPCEn.195

Palavras-chave:

Transtornos Mentais, Trabalhador do Sexo, Políticas Públicas

Resumo

A prostituição é uma profissão marcada por diversidades. De modo geral, é conhecida como a troca ou venda de sexo por dinheiro, não se restringe ao ato sexual em si e, às vezes, nem o envolve. Isso porque engloba trocas, “nem todas econômicas, nem todas sexuais”, que vão além do caráter financeiro, como a de benefícios ou a afetiva. A prostituição é, ainda, tida como um ato intrinsecamente ruim e o indivíduo que a pratica também é visto como doente, não digno de respeito. Assim como em qualquer trabalho, a prostituição necessita ser uma opção, mesmo com questões históricas e sociais que a marginalizem. Pois, como ainda não foi devidamente regulamentada, não há fiscalização dos locais reservados para essa finalidade, e as prostitutas não têm onde buscar seus direitos, e fazer valer suas necessidades, não podendo acusar e processar a respeito de quaisquer ilegalidades praticadas contra elas. As trabalhadoras do sexo procuram atendimento somente quando tem queixas e não dizem sua profissão por receio de discriminação e exposição desnecessária.

Publicado

27-10-2020
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Como Citar

RIBEIRO ELIAS, A. R. .; BARROS JUNQUEIRA, M. A. de . AVALIAÇÃO DOS INDICADORES SAÚDE MENTAL EM MULHERES TRABALHADORAS DO SEXO. Revista Remecs - Revista Multidisciplinar de Estudos Cientí­ficos em Saúde, [S. l.], p. 195, 2020. DOI: 10.24281/rremecs.2020.10.02a03.CIPCEn.195. Disponível em: https://revistaremecs.com.br/index.php/remecs/article/view/572. Acesso em: 3 abr. 2025.