AVALIAÇÃO DOS INDICADORES SAÚDE MENTAL EM MULHERES TRABALHADORAS DO SEXO
DOI:
10.24281/rremecs.2020.10.02a03.CIPCEn.195Palavras-chave:
Transtornos Mentais, Trabalhador do Sexo, Políticas PúblicasResumo
A prostituição é uma profissão marcada por diversidades. De modo geral, é conhecida como a troca ou venda de sexo por dinheiro, não se restringe ao ato sexual em si e, às vezes, nem o envolve. Isso porque engloba trocas, “nem todas econômicas, nem todas sexuais”, que vão além do caráter financeiro, como a de benefícios ou a afetiva. A prostituição é, ainda, tida como um ato intrinsecamente ruim e o indivíduo que a pratica também é visto como doente, não digno de respeito. Assim como em qualquer trabalho, a prostituição necessita ser uma opção, mesmo com questões históricas e sociais que a marginalizem. Pois, como ainda não foi devidamente regulamentada, não há fiscalização dos locais reservados para essa finalidade, e as prostitutas não têm onde buscar seus direitos, e fazer valer suas necessidades, não podendo acusar e processar a respeito de quaisquer ilegalidades praticadas contra elas. As trabalhadoras do sexo procuram atendimento somente quando tem queixas e não dizem sua profissão por receio de discriminação e exposição desnecessária.
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