CONTRACEPÇÃO DE LONGA DURAÇÃO NA REDUÇÃO DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
DOI:
10.24281/rremecs.2020.10.02a03.CIPCEn.179Palavras-chave:
Gravidez na Adolescência, Adolescentes, AnticoncepçãoResumo
Os impactos gerados pela gravidez na adolescência nas condições de saúde, desenvolvimento, e consequências na vida adulta tem ocupado cenários de investigação e atenção das políticas públicas. Evidências mostram que mundialmente para cada mil adolescentes entre 15 e 19 anos a taxa de gravidez está estimada em 46 nascimentos. Na América Latina, a taxa é estimada em 65,5 nascimentos e no Brasil, mesmo que o país tenha obtido uma redução de 36% na gravidez entre adolescentes o número ainda chega a 68,4 nascidos para cada mil adolescentes, ocorrendo com maior frequência entre as meninas com menor escolaridade e menor renda, menor acesso a serviços públicos, e em situação de maior vulnerabilidade social. Pesquisa realizada revelou que em 2015 os nascidos vivos de mães adolescentes representaram 18% dos nascimentos e a região com maior quantidade foi o Nordeste, 32% seguido do Sudeste (32%), Norte (14%), Sul 11% e a Centro (8%). Nesse sentido, o referido município considerando óbitos materno e infantil, transmissão vertical de sífilis e HIV em adolescentes vulneráveis, disponibilizou métodos reversíveis de longa duração (LARC) que além de promover o autocuidado estimula a prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST).
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