PAPEL DO ENFERMEIRO NO CUIDADO DE EXTRAVASAMENTO DE QUIMIOTERÁPICO VESICANTE
DOI:
10.24281/rremecs.2020.10.02a03.CIPCEn.126Palavras-chave:
Enfermeiro, Quimioterapia e ExtravasamentoResumo
O câncer surge a partir de uma mutação genética, ou seja, de uma alteração no DNA da célula, que passa a receber instruções erradas para as suas atividades. As alterações podem ocorrer em genes especiais, denominados proto-oncogenes, que a princípio são inativos em células normais. As modalidades mais utilizadas para o tratamento são: cirurgia, transplante de medula óssea, radioterapia e quimioterapia. A quimioterapia é uma modalidade terapêutica utilizada no tratamento do câncer por meio de substâncias químicas que impossibilitam o processo de crescimento e divisão celular maligno, consequentemente destrói as células tumorais. Essa modalidade pode ser combinada à cirurgia, radioterapia ou a ambas, com o objetivo de reduzir o tamanho do tumor. Os quimioterápicos podem ser classificados em: adjuvante, neoadjuvante, quimioterapia primária e paliativa. Os processos de administração dos quimioterápicos podem ocorrer por várias vias, sendo a mais recomendada à intravenosa, e no geral se utiliza de cateteres centrais de curta e longa permanência, periféricos e intratecais. As drogas usadas no tratamento quimioterápico podem ser classificadas como vesicantes e irritantes. Assim o objeto de estudo do trabalho centra-se no extravasamento, este se caracteriza pela infiltração acidental de quimioterápicos vesicantes ou irritantes fora da veia para os tecidos circundantes do local da punção venosa.
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