Impacto das dietas plant-based na prevenção e controle das doenças crônicas não transmissíveis: uma revisão da literatura
Palavras-chave:
Dietas Plant-Based, Doenças Crônicas, Prevenção, MetabolismoResumo
Introdução: Dietas plant-based, definidas como padrões alimentares predominantemente compostos por alimentos de origem vegetal, incluindo frutas, vegetais, cereais integrais, leguminosas, nozes e sementes com exclusão parcial ou total de produtos de origem animal, têm ganhado destaque nas últimas décadas em função de seus efeitos benéficos sobre a saúde metabólica e cardiovascular. A crescente prevalência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como diabetes tipo 2, obesidade, hipertensão e dislipidemias, associadas ao estilo de vida ocidental e ao consumo elevado de alimentos ultraprocessados, gorduras saturadas e açúcares adicionados, impulsionou a busca por padrões alimentares mais sustentáveis e preventivos. Estudos demonstram que dietas baseadas em vegetais, por sua composição rica em fibras solúveis, fitoquímicos, antioxidantes e ácidos graxos insaturados, promovem menor inflamação sistêmica, melhor controle glicêmico, redução do colesterol LDL e manutenção de peso saudável. Além disso, evidências apontam para impactos positivos dessas dietas na modulação da microbiota intestinal, melhora da sensibilidade à insulina e prevenção de processos ateroscleróticos. Nesse sentido, compreender os mecanismos e resultados clínicos associados à adesão sustentada a padrões plant-based torna-se fundamental para a formulação de estratégias nutricionais eficazes no enfrentamento das DCNT em nível populacional. Objetivo: Avaliar os efeitos das dietas plant-based na prevenção das doenças crônicas não transmissíveis.
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