Rede de tratamento ao tabagismo no âmbito do SUS em formato de grupo terapêutico
Palavras-chave:
Atenção Primária à Saúde, SUS, Tabagismo, TratamentoResumo
Introdução: Há muito se sabe que o uso do tabaco é um fator de risco para doenças crônicas não transmissíveis e responsável por 30% das mortes por câncer no Brasil, por isso, constitui-se um problema de saúde pública. O tabagismo é responsável por mais de 200 mil mortes e milhares morrem por conta do tabagismo passivo, que é o contato direto com usuários crônicos do tabaco. O uso do tabaco entre jovens é mais de 30% e é possível ver que pode existir uma continuidade na idade adulta, muito por conta da dependência da nicotina, principal substância encontrada nos tabacos comercializáveis. O protocolo clínico e as diretrizes terapêuticas do tabagismo visam o diagnóstico, tratamento e mecanismos de controle para o uso do tabaco e preconizam como tratamento o aconselhamento estruturado/abordagem intensiva, sendo um cuidado longitudinal de aconselhamento somado ao tratamento medicamentoso, tendo a duração esperada de 12 meses. Esse tratamento medicamentoso inclui a utilização da terapia de reposição de nicotina, do adesivo de nicotina e a combinação dos dois métodos; além disso, é utilizado um antidepressivo. É importante a presença de diferentes profissionais atuando no preparo dos pacientes para a interrupção do cuidado, a fim de buscar a integralidade do cuidado e atuação intersetorial. Objetivo: Relatar o acompanhamento de um programa de abandono do tabaco realizado no território por meio de grupos de combate ao tabagismo.
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