Auriculoterapia associada a escuta ativa: pensando novas práticas de cuidado em saúde mental
Palavras-chave:
Acolhimento, Auriculoterapia, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, Saúde MentalResumo
Introdução: As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs), legitimadas e institucionalizadas pela Portaria nº 971, abrangem um conjunto diversificado de práticas não incluídas na medicina convencional, que complementam o tratamento médico, sem substituí-lo, visando a prevenção, promoção e recuperação da saúde de forma integral e humanizada. A auriculoterapia, uma dessas práticas, utiliza o pavilhão auricular como um microssistema reflexo para regiões do corpo, com evidências de eficácia no controle da dor e inflamação. No Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, a auriculoterapia já era praticada pela equipe de saúde mental em um grupo de caminhada ativo há mais de uma década. Contudo, identificou-se falta de acolhimento às demandas de saúde mental, especialmente no que diz respeito à escuta ativa das vivências individuais dos participantes. Associar a escuta qualificada à auriculoterapia fortalece a relação de confiança entre usuários e a equipe de saúde, permitindo o reconhecimento e alívio do sofrimento através do diálogo e autorreflexão. Objetivo: proporcionar espaço de acolhimento para as vivências e demandas de saúde mental através da prática integrativa e complementar da auriculoterapia associada à escuta ativa.
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